Um sentimento puro chamado amor

Não me peçam para justificar o amor. Não o vou conseguir traduzir por palavras, nem dar razões para tal.
Amar não se explica. Amor demonstra-se, de diferentes formas, gestos e feitios.
Quando se ama, ama-se pelo simples facto de que se ama.
O amor é certamente a certeza mais incerta de todas. Não leva virgulas, nem pontos finais e muito menos reticências. É algo contínuo, que segue o seu percurso por entre curvas e contracurvas.
Sem introduções, ele chega sem ser convidado.
Amar custa sem custar nada. É preciso esforço e dedicação. É preciso que seja estabelecido entre duas almas. É como um elástico, se um solta o outro magoa-se.
Só se torna complicado quando o tornamos assim.
É um sentimento que não vem só. Encontra-se ligado à saudade, ao medo, à incerteza, à felicidade, à ansiedade, à loucura e à liberdade.
O amor está em todo o lado. O vazio que fica quando perdemos alguém, a saudade que permanece quando alguém vai embora, o querer fugir para estar com alguém ou melhor levar esse alguém connosco fazem parte de momentos do amor. São nesses momentos que percebemos que amamos alguém.
Nem sempre o amor chega sobre a forma de um “ amo-te”.
Uma mensagem a perguntar se está tudo bem, ou simplesmente o facto de preocupar-nos com alguém são demonstrações de amor.
Sentimento que grita em silêncio e que explode quando se revela. São borboletas e fogo-de-artifício mas também nó na garganta e aperto no peito.
Amor é simplicidade em forma de sentimento.
Um sentimento puro chamado Amor.

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3 comentários:

  1. «Amar não se explica. Amor demonstra-se, de diferentes formas, gestos e feitios», acho que esta frase resume tudo!

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